sábado, 23 de agosto de 2014
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
XXI Domingo Comum A
Evangelho segundo S. Mateus 16, 13-20
Naquele tempo, Jesus foi para os lados de Cesareia de
Filipe e perguntou aos seus discípulos: «Quem dizem os homens que é o Filho do
homem?». Eles responderam: «Uns dizem que é João Baptista, outros que é Elias,
outros que é Jeremias ou algum dos profetas». Jesus perguntou: «E vós, quem
dizeis que Eu sou?». Então, Simão Pedro tomou a palavra e disse: «Tu és o
Messias, o Filho de Deus vivo». Jesus respondeu-lhe: «Feliz de ti, Simão, filho
de Jonas, porque não foram a carne e o sangue que to revelaram, mas sim meu Pai
que está nos Céus. Também Eu te digo: Tu és Pedro; sobre esta pedra edificarei
a minha Igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei
as chaves do reino dos Céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos Céus,
e tudo o que desligares na terra será desligado nos Céus». Então, Jesus ordenou
aos discípulos que não dissessem a ninguém que Ele era o Messias.
Caros amigos
e caras amigas, Jesus questiona a nossa fé, coloca em nossas mãos a prova e a
confiança. Como podemos corresponder a este diálogo terno e desafiante? Hoje a
questão é para mim e para ti.
Interpelações da Palavra
Notícias sobre Jesus
Jesus circulava em todas as notícias e boatos,
seria fácil obter informações sobre o profeta que desafiava as autoridades
judaicas e incomodava as prescrições da lei. Que diriam de Jesus?
Também nós hoje ouvimos falar de Jesus, todos sabemos
algumas coisas dele, sobre o que Ele fez ou disse e até sobre o que dizem dele:
tantas notícias de Jesus. A passagem de Jesus pela história de cada homem
semeia interrogações, esboça definições e traça experiências marcantes. Mas só
o encontro com Ele nos pode aproximar do mistério de Deus e então a verdadeira
notícia é uma pessoa, o encontro, o abraço incondicional de um amigo que nos
ama.
Para nós, que acreditamos, porque vivemos da fé,
não sabemos só notícias de Jesus, Jesus é a notícia permanente de Deus.
Tu és…em/para mim
Jesus remete a questão sobre si próprio para os
discípulos, hoje ela vem directamente dirigida a mim e a ti.
Pedro toma a iniciativa e celebra a fé: «Tu és o
Messias, o Filho de Deus vivo». Da coragem de Pedro aprendemos a
disponibilidade do coração para acolher a novidade de Deus que se faz presente
por Seu Filho, Jesus. Pedro não ausculta apenas “a carne e o sangue”, abre-se
ao mistério e acredita no Deus atento e bom, que olha o seu povo e envia o
próprio Filho. Cristo é a notícia do Pai.
Que tipo de notícia é Jesus para mim? Um anúncio,
uma catástrofe, ou uma boa nova?... Será que Jesus ainda consegue surpreender-me,
ou faz parte de uma rotina de palavras já memorizadas que tropeçam na minha
oração pessoal e comunitária? Ele não cabe em definições, a sua procura está
sempre em aberto.
O Reino nas nossas mãos
Nesta busca da identidade de Jesus, é Ele que toma
a iniciativa e confia-se a nós. O Reino é agora dos homens, a quem foram
entregues as chaves: Dar-te-ei as chaves
do reino dos Céus.
O impossível, o longínquo converteu-se em dote,
herança, tesouro que manejamos. Chegar a Deus não é afastar-se da terra. Por
meio de Jesus, o Reino está nas nossas mãos, é também nosso, pertencemos-lhe e
pertence-nos, como dádiva do criador.
Deus confiou-nos a Sua obra, urge manter a
confissão de Pedro, celebrar a fé no Filho enviado de Deus e deixar, amigos e
amigas, que o Reino continue a ser Evangelho.
Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Senhor Jesus, irmão
e amigo,
Neste diálogo que arrisco em
meu silêncio
Sei que sabes quem sou, mais
que eu próprio sei de mim…
Preciso conhecer-te para além
das palavras e das histórias,
Preciso o encontro do Teu
mistério com o meu,
Preciso o canto e o encanto da
vida que geras na minha procura de Ti…
Neste diálogo que arrisco em
meu silêncio
Ajuda-me a dizer-Te, a
experimentar-Te a rezar… quem és para mim.
Viver a Palavra
Vou comprometer-me na
construção do Reino, confiado também nas minhas mãos.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
XX Domingo Comum A
Evangelho segundo S. Mateus 15, 21-28
Naquele tempo, Jesus retirou-Se para os lados de Tiro
e Sidónia. Então, uma mulher cananeia, vinda daqueles arredores, começou a
gritar: «Senhor, Filho de David, tem compaixão de mim. Minha filha está
cruelmente atormentada por um demónio». Mas Jesus não lhe respondeu uma
palavra. Os discípulos aproximaram-se e pediram-Lhe: «Atende-a, porque ela vem
a gritar atrás de nós». Jesus respondeu: «Não fui enviado senão às ovelhas
perdidas da casa de Israel». Mas a mulher veio prostrar-se diante d’Ele,
dizendo: «Socorre-me, Senhor». Ele respondeu: «Não é justo que se tome o pão
dos filhos para o lançar aos cachorrinhos». Mas ela insistiu: «É verdade,
Senhor; mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus
donos». Então Jesus respondeu-lhe: «Mulher, é grande a tua fé. Faça-se como
desejas». E, a partir daquele momento, a sua filha ficou curada».
Caros amigos
e caras amigas, diante deste texto valeria a pena cada um de nós fazer uma
reflexão sobre a forma como orienta sua oração: o que a move, como é dirigida e
como é acolhido o seu resultado. A ousadia e a humildade, temperadas de
confiança são as atitudes adequadas para dirigir-se ao Senhor e… aos irmãos.
Interpelações da Palavra
Jesus
desencaminha-se
Como é possível que Jesus se tenha desencaminhado
desta maneira?! A resposta, desconcertante que Ele dá à Cananeia poderia
merecer uma pergunta à altura: então se diz que foi enviado apenas “para as
ovelhas perdidas da casa de Israel” porque se intrometeu Ele neste território proibido?
Mas ainda hoje Ele é assim…
Ai de nós se Deus fosse tão “rectinho” que não
pudesse tocar os antros da maldade com a sua misericórdia, nem entrar nas casas
dos corruptos para abrir janelas de libertação, nem olhar de frente os fariseus
para lhes acariciar o coração, nem saciar na fonte da sua justiça os publicanos
sedentos de mudança de vida!
Graças a Deus porque continua a desencaminhar-se
pelos nossos terrenos poluídos de infidelidades, que não segue a estrita lógica
do “politicamente correcto” e continua a semear inquietações e a oferecer uma
disponibilidade ilimitada para atender dores e anseios daqueles que se
disponham a apresentar-lhos. Jesus revela-se como Aquele que vem para todos:
com Ele ninguém pode sentir-se excluído do banquete do Reino.
A arte da
oração: um coração de mãe numa atitude de filha
Não é a única vez que os Evangelistas elegem os “de
fora” para servirem de modelo aos “de dentro”. E esta cananeia assume o modelo
do verdadeiro orante. Para orar como convém é necessário ter um coração de mãe,
capaz de se descentrar de si e sentir os pedidos que faz na perspectiva de um
amor oblativo.
Tantas vezes, invocando “méritos” acumulados, e uma
“militância” eclesial, atiramos a Deus pedidos mesquinhos, como exigências. Orientamos
a oração num automatismo frio, como o que usamos com os aparelhos domésticos, de
“comando” na mão dirigido ao sacrário, ou às imagens das devoções… Para orar
como convém é necessária a ousadia, mas nunca a arrogância, a humildade, mas
não um abatimento que nos derrota. É necessário deixarmo-nos interpelar pelos
pedidos que fazemos, entrarmos no milagre da presença, primeiro o hóspede e
depois o dom. É necessária uma confiança que abre portas impensáveis, que se
aventura por frinchas abertas pela esperança… porque para orar como convém é
necessário ter uma atitude de filho.
É grande a sua fé
A cananeia é apresentada como uma verdadeira
discípula. Prostra-se, reconhece Jesus como o “filho de David” e não o faz por
adulação, porque é manifesta a confiança com que o aborda. Os discípulos
atendê-la-iam com o tão visível intuito de que não os incomode com os seus
gritos, Jesus porém vai mais fundo e provoca-a na essência do seu pedido. E ela
corresponde admiravelmente. A progressão deste diálogo deixa-nos perante o
método mais eficaz rumo à “rendição de Deus”. Deus rende-se a uma perseverança
que não sucumbe às primeiras provas, rende-se a uma humildade que se baseia na
verdade, rende-se a uma ilimitada confiança. Amigos e amigas, a cananeia
desafia-nos a confiar… e a confiança dilui as fronteiras do Evangelho!
Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Senhor, vem de novo ao
território das minhas infidelidades, trazer o calor da tua presença!
Vem, Senhor dos compatriotas e
dos estrangeiros, admitir-me ao banquete da comunhão.
Vem despojar-me dos meus
títulos, e interroga-me sobre a essencia do meu querer!
Agradeço-te porque sempre me
acolhes amorosamente ao manancial da tua misericórdia.
Esi-me aqui, envia-me… para
semear a tua bondade em todos os espaços que percorro,
para que possa levar a doce
alegria do Evangelho para lá de todos os preconceitos e fronteiras…
Viver a Palavra
Vou rever a forma
como me dirijo ao Senhor e aos irmãos, as motivações, o modo e as reações…
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Evangelho segundo S. Mateus 14, 22-33
Depois de ter saciado a fome à multidão, Jesus obrigou
os discípulos a subir para o barco e a esperá-l’O na outra margem, enquanto Ele
despedia a multidão. Logo que a despediu, subiu a um monte, para orar a sós. Ao
cair da tarde, estava ali sozinho. O barco ia já no meio do mar, açoitado pelas
ondas, pois o vento era contrário. Na quarta vigília da noite, Jesus foi ter
com eles, caminhando sobre o mar. Os discípulos, vendo-O a caminhar sobre o
mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. E gritaram cheios de medo.
Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: «Tende confiança. Sou Eu. Não
temais». Respondeu-Lhe Pedro: «Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre
as águas». «Vem!» – disse Jesus. Então, Pedro desceu do barco e caminhou sobre
as águas, para ir ter com Jesus. Mas, sentindo a violência do vento e começando
a afundar-se, gritou: «Salva-me, Senhor!». Jesus estendeu-lhe logo a mão e
segurou-o. Depois disse-lhe: «Homem de pouca fé, porque duvidaste?». Logo que
subiram para o barco, o vento amainou. Então, os que estavam no barco
prostraram-se diante de Jesus, e disseram-Lhe: «Tu és verdadeiramente o Filho
de Deus».
Caros amigos
e caras amigas, a fome e a sede permeiam a nossa vida de caminhantes. No medo
de cada risco somos consolados pela presença salvífica do caminhante divino. É
necessário que nos deixemos salvar por Ele.
Interpelações da Palavra
A presença
na noite da vida
Jesus separa-se das multidões e dos discípulos para
orar. Ei-lo na montanha, na intimidade com Deus, rezando sozinho. E no mar onde
os discípulos navegam a barca agita-se “pois o vento era contrário”. Nas
páginas de cada jornal da nossa história, a noite esvazia as cores, o vento torna-se
inimigo, a barca parece tão frágil, pois estamos sem Ele… Jesus faz-nos falta
na noite e no dia. A aparição de Jesus
sobre a instabilidade da navegação, com as reacções de admiração dos discípulos,
traz a palavra reconfortante: Sou Eu. Não temais!
Na noite, ecoam as palavras da Ressurreição, o
brilho da aurora: há uma presença que acalma a tempestade que nos assalta. É na
perturbação e no medo que floresce a Páscoa, que Jesus se revela e nos dá a Sua
Paz.
Um convite
cheio de riscos
«Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo sobre as
águas». Na dúvida de Pedro, habita a vontade de estar próximo do mestre e até
de, como Ele, correr riscos. No entanto, a sua pouca fé fá-lo vacilar. Não são
poucas as vezes que somos Pedros,
sacudidos pelas vagas de tantas contrariedades. Na fome de justiça e na sede de
verdade, buscamos a fonte da alegria, pois é de noite… Arriscamos e desafiamos os
nossos desejos. Mas no auge da tribulação sucumbimos ao peso das dúvidas e dos
medos.
Pode até assustar-nos a presença de Jesus em cada
noite, envergonhar-nos, desafiar-nos, mas não falta esta vontade de ser mais,
de correr mais forte que o vento que nos assusta. Nesta terra boa lança o Senhor o verbo do caminho: Vem! Consola-nos a
certeza de que “quem arrisca, o Senhor não o desilude.” (Papa Francisco)
Porque
duvidamos?
Que alegria dar passos, lançar-se na aventura do
seguir, construir pontes, deixar que o sopro do Espírito embale o nosso sim ao
convite “arriscado” do Senhor.
Mas os pés estão sobre as águas, nada é firme
quando a segurança somos apenas… nós. Tudo se desmorona quando a força depende
apenas… de nós. E afinal, só Deus nos basta, quando o vento é violento… «Salva-me,
Senhor!» É o grito da nossa solidão, desde o medo. Precisamos mesmo do Senhor,
ou então afundamo-nos… Invoquei o Senhor
com toda a confiança; Ele inclinou-se para mim e ouviu o meu clamor. Tirou-me
dum poço fatal, dum charco de lodo; assentou os meus pés sobre a rocha e deu
firmeza aos meus passos. (Sl 39)
Porque duvidamos tanto, se basta o abraço de Jesus para
tudo se acalmar? Mesmo que as águas sejam instáveis e o vento seja mais forte
que as nossas seguranças, nada tememos, porque o Mestre está connosco e esta fé
inabalável que irrompe, queridos amigos e amigas, é o sussurro do Evangelho!
Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Senhor, caminhante seguro nas águas da vida
Olha a barca da Igreja,
vacilante, em perigo, sedenta da Tua presença que sossega e salva.
Preciso de Ti na barca, onde o
medo limita o navegar corajoso.
Preciso de Ti na barca, onde a
solidão derrota uma oração confiante.
Preciso de Ti na barca, onde a
noite guerreia com a luz do Teu olhar.
Senhor, caminhante seguro nas
águas da vida, acalma as tempestades da noite
E dá-me uma fé verdadeira em
Ti, Filho de Deus, único salvador!
Viver a Palavra
Vou encontrar
momentos na barca da vida em que me senti salvo pelo abraço do Senhor.
sábado, 2 de agosto de 2014
FESTA DAS SERVAS FRANCISCANAS REPARADORAS
Na manhã deste dia 2 de agosto, a Congregação das Servas Franciscanas Reparadoras esteve em festa. Fizeram a renovação de votos as irmãs Verónica e Irene, celebraram as Bodas de Prata as irmãs Albertina, Emília, Irene Peredo e Iria, as Bodas de ouro as irmãs Estela, Bom Jesus, Providência, Santa Face, Helena e Raquel e as Bodas de Diamante as irmãs Maria dos Anjos e S. Paulo.
A celebração decorreu na Igreja de Santa Maria Mãe da Igreja em Macedo de Cavaleiros, presidida pelo Sr. Bispo da Diocese D. José Cordeiro e na presença da comunidade paroquial, familiares, amigos e várias irmãs da Congregação.
Na homilia da celebração o Sr. Bispo referiu que o Carisma das Servas Franciscanas tem cada vez mais atualidade, sobretudo na alegria, adoração, contemplação e amor.
Uma pessoa consagrada é uma pessoa alegre e quem é consagrado é amado e quem é amado gera amor à sua volta. Continuou afirmando que a vocação nasce da família e que há muitas vocações que não respondem porque a família não deixa. Informou seguidamente que o ano da vocação na diocese começa a dar os seus frutos, pois é a alegria e a confiança que geram outras vocações. D. José insistiu que precisamos estar no meio do povo, rezar com o povo, abrir as nossas casas religiosas ao povo, tal como se fez no início da congregação. Pois quem se acomoda, envelhece e anda para trás. O dom recebido precisa ser comunicado, sem que percamos a comunicação com a fonte.
Convidou ainda D. José todas as irmãs a renovar o carisma pelo Espírito, pela Palavra e na Eucaristia, para que possam ser cada vez mais uma presença feliz no meio do povo e para que a partir das irmãs todos conheçam este mesmo Deus. Terminou sublinhando: "Não desistamos de Deus, não desistamos da fonte!"
A celebração decorreu na Igreja de Santa Maria Mãe da Igreja em Macedo de Cavaleiros, presidida pelo Sr. Bispo da Diocese D. José Cordeiro e na presença da comunidade paroquial, familiares, amigos e várias irmãs da Congregação.
Na homilia da celebração o Sr. Bispo referiu que o Carisma das Servas Franciscanas tem cada vez mais atualidade, sobretudo na alegria, adoração, contemplação e amor.
Uma pessoa consagrada é uma pessoa alegre e quem é consagrado é amado e quem é amado gera amor à sua volta. Continuou afirmando que a vocação nasce da família e que há muitas vocações que não respondem porque a família não deixa. Informou seguidamente que o ano da vocação na diocese começa a dar os seus frutos, pois é a alegria e a confiança que geram outras vocações. D. José insistiu que precisamos estar no meio do povo, rezar com o povo, abrir as nossas casas religiosas ao povo, tal como se fez no início da congregação. Pois quem se acomoda, envelhece e anda para trás. O dom recebido precisa ser comunicado, sem que percamos a comunicação com a fonte.
Convidou ainda D. José todas as irmãs a renovar o carisma pelo Espírito, pela Palavra e na Eucaristia, para que possam ser cada vez mais uma presença feliz no meio do povo e para que a partir das irmãs todos conheçam este mesmo Deus. Terminou sublinhando: "Não desistamos de Deus, não desistamos da fonte!"
No final da celebração, D. José referiu que "nesta celebração tão bela, celebramos o carisma que nasceu nas nossas terras e daqui se irradia para diversas partes do mundo através da vida missionária, porque na vocação não há fronteiras. Haja corações disponíveis e famílias cristãs acolhedoras do dom da vocação. AVida Religiosa é um forte contributo para que a alegria do Evangelho chegue a toda a gente. Pois não podemos passar sem o Evangelho e sem a Eucaristia, sentido da nossa vida."
Assinar:
Postagens (Atom)


