segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Dia do Consagrado

E porque hoje, dia 2 de fevereiro, é o Dia do Consagrado, em pelno Ano da Vida Consagrada, recordamos as nossas irmãs Servas Franciscanas e rezamos com elas a alegria da vocação!



quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Orações pelos consagrados



A Igreja reza pela Vida Consagrada
Vem, Espírito Criador, com a graça multiforme,
iluminar, vivificar e santificar a tua Igreja!

Unida no louvor, ela Te agradece
o dom da Vida Consagrada, concedido e confirmado
na novidade dos carismas ao longo dos séculos.
Guiados pela tua luz e radicados no batismo,
homens e mulheres, atentos aos teus sinais na história,
enriqueceram a Igreja,
vivendo o Evangelho no seguimento de Cristo
casto e pobre, obediente, orante e missionário.

Vem, Espírito Santo, amor eterno do Pai e do Filho!

Pedimos-Te que conserves na fidelidade
todos os consagrados;
que eles vivam o primado de Deus nas realidades humanas,
a comunhão e o serviço entre as pessoas,
a santidade no espírito das bem-aventuranças.

Vem, Espírito Paráclito, amparo e consolação do teu povo!

Infunde nos consagrados a bem-aventurança dos pobres
para que caminhem na senda do Reino.
Dá-lhes um coração consolador
para que enxuguem as lágrimas dos últimos.
Ensina-lhes a força da mansidão
para que neles brilhe a Senhoria de Cristo.
Acende neles a profecia evangélica
para que abram caminhos de solidariedade
e saciem expectativas de justiça.
Derrama nos seus corações a tua misericórdia
para que sejam ministros de perdão e de ternura.
Reveste a sua vida com a tua paz
para que, nas encruzilhadas do mundo,
possam falar da bem-aventurança dos filhos de Deus.
Fortifica os seus corações nas adversidades e tribulações;
que eles se alegrem com a esperança do Reino futuro.
Associa à vitória do Cordeiro os que, por amor de Cristo
e do Evangelho, estão marcados com o selo do martírio.

Possa a Igreja, nestes seus filhos e filhas,
descobrir a pureza do Evangelho
e a alegria do anúncio que salva.

Maria, primeira discípula e missionária,
Virgem que Se fez Igreja,
interceda por nós.
Ámen.
(Papa Francisco)




Oração dos consagrados e consagradas

Pai de nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Pai,
acolhe a oração que Te dirigimos.
Olha com benevolência para o nosso desejo de bem
e ajuda-nos a viver com entusiasmo o dom da vocação.

Pai,
que no teu gratuito desígnio de amor
nos chamas, na estabilidade ou na itinerância,
a procurar no Espírito o teu rosto,
faz com que levemos em nós a tua memória:
que ela se torne fonte de vida na solidão e na fraternidade,
para que, nas histórias do nosso tempo,
possamos ser reflexo do teu amor.

Cristo, Filho de Deus vivo,
que percorreste os nossos caminhos
casto, pobre e obediente,
nosso companheiro no silêncio e na escuta,
mantém em nós a pertença filial
como fonte de amor.
Faz com que vivamos o Evangelho do encontro:
ajuda-nos a humanizar a terra e a criar fraternidade,
partilhando a fadiga de quem está cansado
e deixou de procurar,
a alegria de quem espera, de quem procura,
de quem conserva sinais de esperança.

Espírito Santo, Fogo que arde,
ilumina o nosso caminho na Igreja e no mundo.
Dá-nos a coragem do anúncio do Evangelho
e a alegria do serviço na quotidianidade dos dias.
Abre o nosso espírito à contemplação da beleza.
Aviva em nós a gratidão e a admiração pela criação,
faz com que  saibamos descobrir as maravilhas
que realizas em cada ser vivo.

Maria, Mãe do Verbo,
vela pela nossa vida de homens e mulheres consagrados,
para que a alegria recebida da Palavra
encha a nossa existência,
e o teu convite a fazer o que o Mestre diz
faça de nós intérpretes ativos no anúncio do Reino.

Ámen.
(Papa Francisco)



IV Domingo Comum B


Evangelho segundo S. Marcos 1, 21-28
Jesus chegou a Cafarnaum e quando, no sábado seguinte, entrou na sinagoga e começou a ensinar, todos se maravilhavam com a sua doutrina, porque os ensinava com autoridade e não como os escribas. Encontrava-se na sinagoga um homem com um espírito impuro, que começou a gritar: «Que tens Tu a ver connosco, Jesus Nazareno? Vieste para nos perder? Sei quem Tu és: o Santo de Deus». Jesus repreendeu-o, dizendo: «Cala-te e sai desse homem». O espírito impuro, agitando-o violentamente, soltou um forte grito e saiu dele. Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: «Que vem a ser isto? Uma nova doutrina, com tal autoridade, que até manda nos espíritos impuros e eles obedecem-Lhe!». E logo a fama de Jesus se divulgou por toda a parte, em toda a região da Galileia.

Caros amigos e amigas, neste quarto domingo Marcos revela-nos que Jesus é o Mestre da vida e podemos considerar a maravilha de sermos alunos da Sua novidade. Neste processo de aprendizagem, Jesus é a pergunta e a resposta, mesmo quando ousamos dizer: sei quem Tu és…

Interpelações da Palavra
Maravilhados
Na sinagoga escutam-se as respostas pela doutrina da memória, aprende-se oficialmente a lei. Jesus consegue o feito de maravilhar os corações dos judeus. Não sabemos os conteúdos que foram ensinados pelo Mestre, sabemos apenas que não ensinava como os escribas, os “melhores”, que ensinava com autoridade e de forma surpreendente. Há algo de diferente e novo nos ensinamentos de Jesus. Liberto da escravidão das instituições e das tradições, ensina com a sabedoria do Espírito. Hoje, não é fácil maravilhar-nos com os mestres. A epidemia das palavras adormeceu a capacidade de nos surpreendermos por “alguma novidade”. E, o que hoje é novidade, amanhã “passou de moda”. Andamos, muitas vezes, escravos dos tempos e das notícias do dia, que apenas aplacam a nossa curiosidade mas que em nada tocam o fundo do coração e da vontade. Será que Deus ainda nos maravilha, será que nas sinagogas da vida ainda deixamos que Jesus nos ensine?

Cala-te!
Naquela aula, na sinagoga de Cafarnaum, um dos alunos mostra-se “irreverente”, não suporta o Mestre, está aterrorizado. Nunca os ensinamentos dos escribas o perturbaram e agora “este” mestre vem “para nos perder”. Mas Jesus não vem para arruinar ninguém, vem para curar, dar vida, libertar e lançar em cada um de nós a semente de felicidade, naqueles que “gritamos dentro de nós espíritos impuros”. Jesus cala em nós as vozes do queixume, da derrota e do desânimo, cala as cadeias do medo e o cinzento da solidão, cala as vozes das hostilidades para com os outros... e não cala para simplesmente silenciar, mas para abrir, dentro das sendas do silêncio, novos canais de comunicação, impregnados do Espírito de Deus. A lição do mestre cala e cura, liberta.

Uma nova doutrina…
Jesus talvez tenha novos conteúdos, ou novos métodos de ensino, é mestre de uma doutrina que cura e cria novos mestres. A autoridade de Jesus não é poder, mas a força do Espírito e a Palavra da Vida. Jesus não impõe as “suas teorias” nem controla os nossos conhecimentos sobre Ele. Jesus ama, quer aliviar o sofrimento, curar as feridas, construir a paz, ensinar a comunhão. Hoje, precisamos de mestres de amor, professores de bondade que libertem corações. Todos somos chamados a ser alunos da escola de Jesus. Deixar que Ele cale os nossos “espíritos rebeldes” e nos torne anunciadores de uma nova doutrina. Discípulos-missionários porque libertos pela Palavra e curados pelo fogo do Espírito Santo. Urge comunicar a Sua mensagem, não as nossas tradições. Temos que curar a vida, não formatar mentes. A mensagem de Jesus continua a provocar impacto e a curar o mais fundo dos corações. Deixemo-nos ensinar e seremos instrumentos da doutrina sempre nova do Evangelho.



Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Jesus Nazareno, que assumes a precariedade dos nossos nomes e lugares
quero assumir em Ti, e a partir da tua identidade, o que sou e o que me chamas a ser;
Tu tens que ver comigo, por isso não deixes de me olhar!
Santo de Deus, que vens ao mundo para revelar a identidade de Deus que é amor,
quero contigo aprender a pronunciar o doce nome do Pai Celeste.
Ensina-me a arte de cuidar da minha divina filiação!
Mestre da doutrina do amor,vens ensinar-nos a viver segundo os critérios de Deus,
quero frequentar a escola da tua Palavra e deixar que as tuas lições me modelem,
deixa-me tomar parte integrante da tua notícia que se propaga como atmosfera vivificante.

Viver a Palavra

Vou dar-me conta de quantos “espíritos impuros” gritam dentro de mim e suplicar o Espírito de Deus.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

III Domingo Comum B


Evangelho segundo S. Marcos 1, 14-20
Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram Jesus. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os. Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus.

Caros amigos e amigas, neste Domingo a passagem do “olhar de fogo” volta a enfrentar esperas acomodadas, a levantar ideais, a acender percursos. O olhar de Jesus que vê, faz estalar o Reino de Deus no ambiente. Somos convidados a pertencer-lhe, para isso precisamos de aprender a ser discípulos, seguindo Jesus.

Interpelações da Palavra
Cumpriu-se o tempo… arrependei-vos e acreditai
Ainda hoje há homens e mulheres que esperam; há outros que permitiram afundar as rugas do cepticismo e deixaram envelhecer a esperança! Uns entorpecidos pela preguiça ou o cansaço de peregrinar, outros amarfanhados pelo peso das próprias ambições, outros feridos pela indiferença. Jesus passa pela praia… traz um olhar e uma palavra nova: cumpriu-se o tempo! Mais do que um fim do mundo, trata-se de um início onde é possível sondar o novo!
Hoje Jesus continua a passar pela nossa praia, e diz-nos para nos arrepender e acreditar. Arrepender-nos de quê? perguntamos, ufanos de obras notáveis! E uma consciência do que somos responde que só disponíveis para crescer somos capazes de sondar o novo, só conservando alguma infância somos capazes de acreditar. Deus pede-nos para acreditar e isto mais não é do que pedir-nos uma confiança no seu amor. Só aquele que não encerra o futuro na sua autoafirmação tem capacidade para o decifrar. O hoje já não é um produto dos nossos esfalfados ontens, mas o fluxo da misericórdia de Deus que não cessa de amar. Acabou o mundo em que eramos nós o centro, esgotou o tempo que desbaratávamos em disputas, caducou a energia que nos alimentava instintos. Os passos de Jesus rasgam-nos sendas em que encontramos o outro, em que nos partilhamos sonhando a comunhão, em que construímos a paz. É o Reino!

Mudança de pesca
O objectivo de tantos e de tantas é a conquista da notoriedade. De facto quanto nos agrada ser vistos e considerados. Mas Jesus oferece este conforto a todos, sem que tenham de lançar mão de excentricidades. Jesus viu! O nosso Deus é um Deus que vê, porque Deus é amor e o amor dá um olhar omnividente!
Jesus viu e chamou aqueles homens, pescadores de peixes, para uma nova pesca. Sempre somos pescadores de alguma coisa. Aqueles lançavam as redes ao mar, que o mesmo é dizer lançavam os seus sonhos, as suas ambições, a sua fome de alimento. Mas Jesus corrige a trajectória do seu olhar. Agora eles são convidados a cravar os olhos no mar da humanidade, a navegar na ondulação das relações, enfrentar os ventos agrestes das suas dores, a mergulhar na profundidade das suas esperanças. Pescadores de homens, sondarão naufrágios, auscultarão correntes, pescarão alegrias, devolverão bonanças. O olhar de Jesus é pedagogo. Os discípulos sentem-se “vistos”, amados e escolhidos pelo olhar do Mestre e é assim que eles são enviados a ver, a amar e a escolher os concidadãos do Reino.

Seguiram Jesus
Causa impressão este automatismo de cada um daqueles pelos quais Jesus passa. Jesus viu, diz Marcos, e depois chamou e, de imediato, eles O seguiam. Que magnetismo teria o olhar de Jesus? O que nos falhará a nós que nos afadigamos em pastorais árduas, sendo tão raro lograr um assentimento sério em assiduidade e compromisso?
Precisamos de deixar que o olhar de Jesus derrame nos nossos olhos o brilho de encanto pelo Reino. Precisamos de transpirar o Reino no nosso suor, precisamos de derramar as palavras de Deus forjadas nos silêncios fecundos do encontro com Ele. Amigos e amigas, deixemo-nos abraçar pelo olhar de Jesus, alcançados pela sua interpelação, seduzidos pelo seu convite. Ele acredita em nós, cabe-nos acreditar n’Ele para ser proclamação do seu Evangelho!



Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Senhor, na urgência do agora, convidas-me à mudança de mim e ao abandono à Palavra.
Neste mar, onde teimo a margem, sei que me vês lançar o medo e a rotina
porque não sonho, mas Tu acreditas em mim, continuas a sonhar-me
e chamas pelo meu nome para ser mais e deixar a margem.
Neste mar, onde teimo o barco, sei que me vês agarrado ao dever e ao velho
porque não ouso, mas Tu acreditas em mim, continuas a apostar em mim
e envias-me na missão de “pescado” ser pescador. Deixarei a margem e o barco?...

Viver a Palavra

Vou desvendar as “seguranças cómodas” que me impedem da aventura da missão.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

II Domingo Comum B


Evangelho segundo S. João 1, 35-42
Naquele tempo, estava João Baptista com dois dos seus discípulos e, vendo Jesus que passava, disse: «Eis o Cordeiro de Deus». Os dois discípulos ouviram-no dizer aquelas palavras e seguiram Jesus. Entretanto, Jesus voltou-Se; e, ao ver que O seguiam, disse-lhes: «Que procurais?». Eles responderam: «Rabi – que quer dizer ‘Mestre’ – onde moras?». Disse-lhes Jesus: «Vinde ver». Eles foram ver onde morava e ficaram com Ele nesse dia. Era por volta das quatro horas da tarde. André, irmão de Simão Pedro, foi um dos que ouviram João e seguiram Jesus. Foi procurar primeiro seu irmão Simão e disse-lhe: «Encontrámos o Messias» – que quer dizer ‘Cristo’ –; e levou-o a Jesus. Fitando os olhos nele, Jesus disse-lhe: «Tu és Simão, filho de João. Chamar-te-ás Cefas» – que quer dizer ‘Pedro’.

Caros amigos e amigas, este delicioso texto traz-nos o encanto que eclode no início de algumas histórias de amor. Quanto nos podemos rever nestes discípulos fascinados pela força de um olhar! Para mim e para ti é hora de regressar àquele momento que conserva intacto o motivo da nossa felicidade: sentir-nos amados por Ele!

Interpelações da Palavra
Cruzamento de olhares
Nesta pequena passagem impressiona o número de vezes que é referido o verbo ver nas mais diversas conjugações. É o olhar atento de João, o olhar ávido dos discípulos, o olhar penetrante de Jesus. Quase sempre é a partir de um olhar, de uma mínima cumplicidade que se desenrolam as mais belas histórias de amor. O olhar é a janela mais generosa do ser, de onde derramamos o que somos e onde entra a primeira letra de qualquer narração. Aquela hora de luz fica registada nos autos mais perenes da nossa memória, quando a fagulha de um olhar nos faz compreender quem somos e para onde estamos chamados. Que bom que João não sofria desse devastador “Alzheimer” espiritual que endurece o coração de cepticismo! Lembrava-se bem dessa hora única na sua vida, esse ponto de fogo! Lembrava-se que fora às quatro da tarde, hora perigosa em que o sol quase tombava nos montes, e o crepúsculo ameaçava trazer as trevas, em que a certeza da luz unicamente se concentrou naquele Rabi que o Baptista anunciara como o “Cordeiro de Deus”.

O desejo de permanecer sob um olhar
À pergunta de Jesus, os discípulos parecem desconversar, respondendo com outra pergunta atrevida, talvez pretexto para uma aproximação mais comprometida. Como se fosse um receio humano a precaver-se da insegurança que um exterior sempre provoca. É ousado, indiscreto mesmo, perguntar a alguém onde mora! É como se nos insinuássemos como hóspedes a alguém. A morada de Jesus corresponde a um espaço de intimidade que afinal os discípulos desejam entrever, participar e… não há descrições cabais, apenas a experiência lhes pode bastar. E sim, Jesus convida-os à experiência da sua morada. E ficaram com Ele nesse dia. Esse dia era a sua vida! Porque é diferente ter uma morada ou tê-Lo a Ele como morada. O que eles desejavam era encontrar esse espaço, íntimo e recatado, onde pudessem permanecer sob o caudal dos Seus olhos. Ali, onde teria origem a alegria, onde regenerariam as forças. Não importava que fosse um telhado ou antes um céu, onde as estrelas ou o sol lhes dissessem segredos; não importava que fossem paredes ou apenas as cores do frio e do calor que os aconchegassem do relento subjugador da arbitrariedade. Era naquele olhar que sentiam um abrigo para a sua insegurança. Era aí que desejavam permanecer!

Testemunhos incendiados
A experiência de Deus não é coisa de guardar em stock. Ela queima por dentro! A experiência de Deus faz-nos explodir de nós mesmos. Neste texto, Jesus é apresentado através de uma cadeia de testemunhos. De João Baptista passa aos discípulos, destes a Pedro… João Evangelista escreve para nós. É maravilhoso pensar que o Nome de Jesus nos foi legado, de boca em boca, através dos séculos e que herdámos, com o Nome, vivências de fé e de santidade sobre as quais caminhamos… porque o discipulado não se consuma enquanto Jesus não nos olha nos olhos para nos revelar o nosso próprio nome! Como André a Pedro, aqui está o grande objectivo da transmissão do nosso testemunho: fazer discípulos de Jesus. A maior expressão de caridade que podemos ter é anunciar a alegria de ter encontrado Jesus e que Ele é o “Cordeiro de Deus!” é sermos perfume e sabor, melodia e cor, textura do Evangelho!

Rezar a Palavra e contemplar o Mistério
Senhor da interpelação, da pergunta e da proposta,
Porque Te procuro, porque me chamas, porque me olhas?
Senhor da interpelação, da pergunta e da proposta: os Teus olhos viram os meus,
tocaram a cor do meu (in)finito, descobriram a minha identidade;
as Tuas palavras disseram o meu nome, questionaram o meu “quem”,
desenharam um sentido de mim; a Tua morada é o espaço do meu seguir,
a meta e a partida, anseio do meu coraçação peregrino. Eis-me aqui…

Viver a Palavra

Vou descobrir sinais da procura de Deus por mim.